Mothern - Manual da Mãe Moderna

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5.5.09:::
 



Temos novidade:
Diário Mothern da Gravidez

: )


10:34 AM

19.11.07:::
 

Sim, estamos sumidíssimas daqui. Eu mais pra , Laura mais pra , ambas com a agenda e a cabeça cheias de outros assuntos. Esta passadinha rápida é só pra pedir que hoje à noite todos vocês cruzem os dedinhos, pois vai sair o resultado do Emmy International, do qual a série Mothern é um dos 4 finalistas da categoria série dramática.
Aproveito a passada pra contar que o nosso maravilhoso boteco continua a todo vapor, agora de casa nova. E pra agradecer ao Murilo, marido da nossa leitora Cyntia, que muito eficientemente salvou o LV da extinção.
A gente se vê por aí.

: : Ju : :


4:11 PM

8.9.07:::
 

Para quem chegou depois, eu apresento: a Mani é uma freqüentadora antiga do Livro de Visitas, assim como muitas outras queridas que apareceram, fizeram amizades, criaram laços, fizeram seus blogs, continuam por aí ou simplesmente foram tocar a vida em outros cantos. Esse povo bacana está fazendo uma oficina virtual sobre contos de fadas, que eu indico muito:

Oficina Encantamento

Você conhece algum Conto de Fadas?
Qual era o seu preferido quando criança?
Você acha Chapeuzinho Vermelho assustadora?
Gosta mais da versão light e politicamente correta da Disney do que dos Contos de Grimm?
Então você precisa entender por que é melhor para as crianças ler os Contos de Fadas originais, com toda a aparente violência e que importância isso teve na formação da nossa personalidade.
Vamos ler alguns contos de fadas à luz da psicanálise e da psicologia junguiana e entender um pouquinho, sem stress, de símbolos, arquétipos, id , ego e outras coisinhas que você sempre quis saber mas ficou com medo de ser chamada de ignorante.
Para mães, pais, tios, futuros pais, para quem gosta de crianças ou pra quem só quer saber porque lia aquela mesma história tantas vezes quando era criança, mesmo que fosse só para chorar.

Investimento : R$100,
duração : dois meses
contato: oficinacontosdefadas@gmail.com
data: começaremos 5 de setembro


: : Laura : :


3:25 AM

27.8.07:::
 

Nada como um email desses pra tirar a poeira do blog. Com vocês, a Vanessa:

Amei, amei, amei o livro. Comprei e não conseguia largar. Já fiz mais três amigas comprarem também - inconcebível, agora, viver sem as pérolas do melhor que há na literatura brasileira sobre e para mães. Despretensioso, o livro atinge um patamar supremo, onde nos identificamos numa boa com a situação e emergimos da leitura com a sensação light do "não sou só eu" e "não estou só", rindo disso e tocando adiante, sentindo-se normal, afinal. Abordar nossas situações tão cotidianas atrvés dos ângulos mais inusitados e com um humor incomparável - impagável! E sem termos que ler as frases e bordões dos livros de auto-ajuda de psicólogos e psiquiatras, com os quais, muitas vezes, você se identifica com sentimento de "mea culpa" e lê regras para, em tese, melhorar, que, na prática, são simplesmente impossíveis de seguir - e toca mais "mea culpa" na mãe impossibilitada... Não, basta. O livro de vocês supera tudo isto!
Embora acompanhe o blog, nunca postei nele e, então, obviamente, você não me conhece. Mas queria e precisava dizer que amei o Manual da Mãe Moderna. Parabéns para vocês!
Só queria fazer uma pequenina observação, que é também um oferecimento descarado de colaboração (toda mãe tem a mania de meter pitaco mesmo, né?).
Me identifiquei MUITO com o livro, com quase ele todo, menos com uma parte: a dos maridos... Muitas motherns não têm. Eu, por exemplo. Aliás, meu filho - a criança mais linda do mundo, na minha opinião imparcial e desinteressada sobre o assunto - sequer conhece aquele que convencionei chamar entre os amigos adultos de DDD (doador de DNA distante) - muito embora eu confesse que, em dias de crise e mothern descontrol, troco o apelido por DDI (doador de DNA incômodo). Então, seria legal, um dia, fazer um "Mothern Reloaded", com algumas histórias e opiniões, queixas e dicas sob este prisma. A oferta descarada? Ofereço-me para ajudar. E revelo que o primeiro comentário/observação/dica/lista que faria seria sobre as infindáveis, nada discretas e sempre recorrente perguntas sobre "cadê e quem é o pai da criança".
Como vocês, decidi encarar a maternidade de forma bem-humorada. E, por mais "pesado" que seja o assunto, dá para relevar e dar um olé nas perguntas, com bom humor. A minha preferida, por ser a mais descabida e descarada e, portanto, a mais fácil de responder é: "Ele não conhece o pai, mas você sabe quem é?"
Acreditem, já ouvi esta infame pergunta mais de uma dezena de vezes. Primeira vez que ouvi: choque total. Percepção de estar fora do que se convém chamar de "padrão social" e, logo, alvo fácil para indiscrições absurdas como esta. E, na primeira vez, perdi o rebolado, e dei uma resposta babaca (leia-se: politicamente correta, socialmente aceita, mas nada do que a inquisidora merecia ouvir), da qual nem me lembro agora. Depois, fiquei com raiva de mim e fui para casa pensando em mil respostas que poderia e deveria ter dado, achando que havia desperdiçado a oportunidade de incutir, com bom humor, um pouco de sensatez numa pessoa tão arcaica, capaz de um pré-julgamento destes em pleno século XXI. Mal sabia eu que toparia com mais algumas destas pessoas e teria a chance de usar minhas brilhantes respostas!
Para poder compartilhar meu despacho a partir de então com as respostas formuladas, só para ter a deixa, repito a pergunta: "Você sabe quem é o pai?"
Respostas prováveis:
# 1 - Não, estava muito escuro no dia da suruba... Não deu para ver.
# 2 - Meu bem, no mês da concepção, rodei tanto a banca... Como eu vou saber qual deles foi o dono do esperma sortudo? Não dá para sair perguntando, né? Pega mal...
# 3 - Um marinheiro russo solitário, que encontrei no porto de Santos. Foi amor à primeira vista, uma noite de sexo animal descontrolado, e nenhum diálogo - não falo russo e tampouco ele fala português. Ele partiu no dia seguinte, deixando um pedaço dele comigo. Nunca o esquecerei agora, levarei para sempre a lembrança... (deixa para suspiro dramático e, se possível, um início de choro fingido)
# 4 - Rolou tão rápido no banheiro do inferninho, que não deu tempo de perguntar
# 5 - .Não posso contar. Segredo de estado. Já fui ameaçada pelo exército, por serviços de inteligências internacionais e pelo vaticano. O país não está preparado para saber. Nem o mundo. A humanidade sofreria. Por isso, carrego o fardo, sem nem pedir pensão. E olha que eu merecia.
Você pode até soar louca, mas, garanto, o indivíduo que surgiu com tal questionamento vai se refrear e não tornará a repetir tamanha indiscrição. Dose de simancol ou alerta para "Ela é doida, melhor eu ficar longe" já aplicados.

Observação (talvez importante, ou não, sei lá...) - Só a título de curiosidade: sim, sei quem é o pai. Mas é capítulo passado. E o que restou foram filho e mothern. Sem culpa, sem ressentimento, sem arrependimento e sem querer mais do que temos. Não é a situação ideal, não encorajo ninguém a planejar ser mothern solteira. Contudo, se acontecer, tudo tem dois lados: você terá todas as responsabilidades, mas também colherá todos os louros. E, como olhar para trás e xingar ou chorar não mudam nada, nem ajudam, muito pelo contrário, o ideal é tocar adiante, deixar DDDs (ou DDIs) serem páginas viradas, como escolheram ser, e seguirem com as vidas deles, enquanto você e baby seguem com as suas. É escolha e direito de cada um. Nós escolhemos ter os rebentos. E seguimos com eles com orgulho e cabeça erguida. Além da alegria enorme que só um filho pode dar.

Elogio sincero e oferecimento descarado feitos, vou encerrando, pois o rebento me chama. De novo, parabéns! E obrigada por lançarem luz no obscuro mundo de literatura maternal, com um livro que serve não só para mães leitoras, mas para qualquer leitor bem-humorado.


11:59 AM

17.5.07:::
 

International Mothern

A história deste bloguinho está na exposição Imagining Ourselves do International Museum of Women, que mostra trabalhos e depoimentos bacanas de mulheres do mundo todo. Vale a pena passear por : )

: : Laura : :


9:47 PM

8.5.07:::
 

O departamento de assistência técnica informa:

From: Giu
To: Juliana, Laura
Subject: Pane no LV

Quanto ao problema do guestbook, dei uma olhada na conta e estou tentando resolver, mas parece que foi congestionamento mesmo: por questão de seguranca, o sistema travou, achando que tudo ali era spam, de tanta mensagem ao mesmo tempo.
O que eu apurei é que é a política anti spammer deles mesmo.
"Quite probably spam. This entry will be blocked until we got time to double-check it."
Então eles conferem (não sei se manualmente ou automaticamente...) se é caso de spam, praí depois liberar pra gente permitir ou não a publicação. Esperemos até amanhã. Se não rolar, temos que mandar um email pra eles.
Beijos!



Viram, meninas?!
O problema é que a gente fala TANTO, que eles não acreditam mais que é sério.
Blé!

Continuemos aguardando...

: : Ju : :


2:28 PM

 







1:41 PM

 

A GERÊNCIA COMUNICA:

O boteco mais amado do Brasil está temporariamente fora do ar.


Leitoras queridas, infelizmente estamos tendo um problema técnico no nosso Livro de Visitas, que ainda não conseguimos resolver. Nossa super Giu já foi ativada e esperamos que tudo se resolva em breve. Aguardem na área, que eu vou dando notícias.

Beijo,
Ju.


10:50 AM

2.5.07:::
 

Na internet, nas bancas e, breve, num salão de beleza perto de você:

As Motherns na Cláudia!

(Quero deixar um agradecimento especial à Sibelle Pedral, que foi superfofa e fez essa nossa conversa fluir como papo de velhas amigas. Valeu!)

: : Ju : :


8:11 AM

1.5.07:::
 

O episódio que está no ar esta semana é um dos meus preferidos. Aí vai o textinho que fizemos pra ele:


Dinheiro, pra quê dinheiro?

Dinheiro pra comprar umas roupas novas porque as suas já não cabem mais. Dinheiro pra comprar berço, chupeta, móbile e carrinho. Pra pagar o parto, a babá, os remedinhos, os algodões. A cadeirinha para o carro, a cadeirinha pra comer, as roupas e os sapatinhos que se perdem a cada mês. Pra pagar a escolinha, o material, a excursão, a natação.

Filho, pra quê filho?


Filho pra descobrir que você pode viver com bem menos do que imaginava. Pra se descobrir consumista-para-o-outro. Descobrir que aquele sapato fofo e carésimo pode ficar para o mês que vem. Ou pra nunca. E tudo bem também. Filho pra mudar de prioridades. Pra pensar mais pra frente. Pra fazer contas que você nunca se imaginou fazendo. Pra cortar supérfluos. Pra concluir que ter filho custa muito dinheiro sim. Mas, ora, dinheiro? Pra quê dinheiro?


Ah, os horários:

Qua 02/05 23:30h
Sex 04/05 04:30h
Sex 04/05 11:00h
Sáb 05/05 20:00h
Dom 06/05 04:00h

: : Laura : :


9:22 PM

30.4.07:::
 

Mais um motivo pra você não perder o lançamento do nosso livro novo:
os djs Leo Vidigal e Lucas Corpo Santo vão tocar seus vinis com o melhor do dub e da música brasileira, lá no passeio da Traquitana.

: : Laura : :


6:50 PM

 

Tem gente que lê o convite abaixo e pergunta: que diabos é o Fralda Justa?
Resposta: é um livro muito engraçado, escrito por um americano chamado Adam Wasson, traduzido pela Dani. Nós escrevemos o prefácio. Aí vai:


A fralda é justa, mas o riso é frouxo.

Por Juliana Sampaio e Laura Guimarães

Quando uma criança nasce, muda tudo. Principalmente se ela nascer na sua casa. Muda sua vida, mudam suas prioridades, muda seu orçamento doméstico, muda a forma como você é visto na sociedade. Ou malvisto. As regras de etiqueta que pautavam sua vida até então esbarram num limite concreto – um limite de mais ou menos 50 centímetros que não pára de chorar. Todas as certezas que você tinha até esse dia (se é que tinha alguma) vão por água abaixo junto com o conteúdo de fraldas sujas.

É fato que os filhos vêm para nos acrescentar, mas pelo menos uma coisa quase todos os pais perdem de vez quando saem da maternidade: a noção. O mundo passa imediatamente a girar em torno do umbigo ainda não curado do seu bebê. E como é praticamente impossível manter a classe trocando a quinta fralda da madrugada depois de dois meses sem uma noite bem-dormida, tente manter pelo menos o bom humor.

Para isto Adam Wasson escreveu este livro que você tem em mãos (ou, mais provavelmente, equilibrado entre o cotovelo e a mesa, tentando não acordar o bebê que embala): para ajudar e divertir pais e mães surpresos e apavorados com essa nova e deliciosa (sim, você ainda vai gostar dela) realidade.

Impossível não rir das sarcásticas e por vezes cruéis dicas de etiqueta do autor. É um riso nervoso, de reconhecimento, um rir pra não chorar. O que fica mais claro ao final da leitura é a impossibilidade de sair-se bem de algumas situações. Chama atenção também uma certa crítica à sociedade extremamente competitiva e comparativa norte-americana. Da qual não escapamos ilesos, é claro. Algumas piadas nos soam quase politicamente incorretas e podem até chocar ouvidos brasileiros mais sensíveis. É que o humor não faz concessões. O humor também expõe o que há de pior em nós.

Quando criamos o blog Mothern, em janeiro de 2002, sentíamos falta dessa possibilidade de encarar a maternidade com mais leveza e bom humor. E de falar do lado selvagem, menos “ursinhos carinhosos”, da vida com filhos. Uma grande diferença entre o que escrevemos e a visão de Wasson é que ele fala do lugar do pai, e se dirige aos “parents” – assim, sem a distinção de gênero a que o português nos obriga –, mostrando que realmente é possível dividir por dois as responsabilidades, as alegrias e as piadas da pa(ma)ternidade.

Para finalizar, destacamos o trabalho de tradução (e, por vezes, adaptação ou recriação) da nossa amiga mothern Daniela P. B. Dias, que manteve a leveza, o ritmo e a coloquialidade do original. Apesar das diferenças culturais entre americanos e brasileiros, você vai ver que há algo de verídico naquele ditado que diz que “as mães são todas iguais, só muda o endereço”. E, pelo jeito, os pais também.


5:48 PM

25.4.07:::
 



Queridos leitores,
é com muita alegria que convidamos todos para conhecer nosso segundo filhotinho.
Esperamos vocês lá!

Um abraço,
mamães corujas.
:-)


PS: Clique na imagem para vê-la maior.
PS 2: Como faltou este dado no convite, não custa lembrar que o lançamento vai ser aqui em Belo Horizonte.


6:26 PM

11.4.07:::
 

Li em uma revista argentina:

"Cuando una mujer se incorpora al poder, cambia la mujer; pero cuando muchas mujeres se incorporan al poder, cambia la politica."

Amém.

: : Ju : :


11:00 AM

14.3.07:::
 

A Mary W. postou, eu copy-pastei:



Contos de fadas homossexuais para estudantes britânicos

Reis homossexuais, mães lésbicas e pingüins gays - esses são os protagonistas de um novo tipo de livro escolar para crianças britânicas. Projeto piloto tem como objetivo gerar tolerância sexual entre os pequenos, mas seus pais não estão gostando

Da Der Spiegel

Era uma vez um príncipe que estava procurando sua futura rainha. Ele foi apresentado a uma princesa, duas princesas... e se apaixonou por outro príncipe. Eles se casaram em uma linda cerimônia e viveram juntos felizes para sempre. Parece uma comédia gay underground? Não é - o texto em questão é de um livro escolar.

Os alunos no Reino Unido aprendem sobre a diversidade sexual e estruturas familiares alternativas desde muito cedo. Um esquema piloto patrocinado pelo Estado em 14 escolas elementares - freqüentadas por crianças de quatro a 11 anos - está gerando problemas por sua mensagem sexual liberal.

Pais conservadores e grupos religiosos temem que histórias como essa, dos dois príncipes apaixonados, possam corromper moralmente as crianças e promover a homossexualidade. "Não me incomodo com o que adultos fazem em consenso mútuo, mas não tenho certeza que isso deva ser imposto às crianças", diz Andy Hebberd, fundador do grupo Organização de Pais.

Os responsáveis pelo projeto, chamado "No Outsiders", dizem que os livros corrompem tanto a moral quanto Cinderela - o amor, não o sexo, está no coração da questão. As crianças não têm problema com isso, mas seus pais sim, diz Mark Jennett, responsável pelo treinamento dos professores. "O problema não vem das crianças, mas da ansiedade dos adultos."

Além de "King & King" (rei e rei), haverá outros livros com pais de mesmo sexo. "Tango Makes Three" (Tango faz três) apresenta um filhote de pingüim com dois pais, enquanto "Spacegirl Pukes" é um livro de fotografias sobre duas mães que enviaram sua filha em uma viagem espacial. Os textos constam da lista recomendada para as crianças nas escolas.

"A coisa mais importante nesses livros é refletir a realidade das crianças. Sou formada em literatura infantil e sei como é poderosa para formular os valores sociais e promover o desenvolvimento emocional", disse a diretora do projeto, Elizabeth Atkinson, ao "The Observer" no domingo (11/3).

Ela acrescentou que livros escolares tradicionais - que não incluem relacionamentos homossexuais - "silenciam uma mensagem social" e podem levar as crianças a serem alvos de provocação na escola mais tarde, se forem homossexuais ou assim consideradas.

Se tiver sucesso, o esquema será estendido por todo o país. Ele conta com um patrocínio de 600.000 libras (em torno de R$ 2,4 milhões) do Conselho de Pesquisa Social e Econômica do governo e tem o apoio do Sindicato Nacional de Professores e Conselho Geral de Ensino.

Enquanto Jennett chama o "No Outsiders" de "vanguarda", Simon Calvert, do Instituto Cristão, acredita que a maioria dos pais ficaria "abismada" com os personagens gays. Ao promover ativamente a homossexualidade nas escolas, o "No Outsiders" está voltando a uma antiga batalha legal, disse ao Observer.

O parágrafo em questão é a seção 28, uma emenda do Ato de Governo Local de 1988 que proibiu as escolas e autoridades locais de "promoverem a homossexualidade" ou sua aceitação como "relacionamento familiar pretendido". O parágrafo foi publicado em resposta a uma publicação escolar chamada "Jenny Lives with Eric and Martin" (Jenny mora com Eric e Martin), que gerou um debate raivoso quando foi publicado, há vinte anos.

Mas os tempos mudaram, e o governo liberal de Tony Blair tem sido muito mais tolerante com a homossexualidade que seus predecessores. A seção 28 foi revogada em 2003 e o casamento homossexual legalizado em 2005. O projeto "No Outsiders" é a primeira tentativa em grande escala de colocar livros sexualmente tolerantes de volta à lista de leitura recomendada às crianças - mas talvez sejam seus pais que precisem de professores de tolerância.


...

Nós, que adoramos a idéia, esperamos que alguma editora nacional se anime logo a lançar uma tradução desses títulos por aqui ou, quem sabe, que algum escritor local se aventure no assunto. Enquanto isso não acontece, que tal se a historinha desta noite, aquela que a gente inventa na cama pras crianças, tiver algum personagem gay, assim, retratado sem nenhum preconceito? Vamos tentar?
:-)

PS: Não deixem de ler também o post da Mary W. sobre esta matéria, porque as colocações dela são sempre ótimas.

:: Ju ::


7:36 AM

9.3.07:::
 

Eu ando trabalhando tanto que a matéria de ontem passou batida. Só vi hoje: Mães modernas viram heroínas na TV e na vida real. Só que, na vida real, eu tou bem longe de ser heroína.

: : Laura : :


7:01 AM

 

Para o episódio de amanhã:

Escolhas, palpites e ansiedades

A vida da mãe moderna é cheia de dúvidas e tensões:

- Escola antroposófica ou construtivista?
- A festa da melhor amiga ou uma noite de descanso?
- Meditar ou descabelar?
- Sexo selvagem ou papai-e-mamãe?
- Ir pra casa ou trabalhar até mais tarde?
- Meninas superpoderosas ou power rangers?
- Mulher maravilha ou profissão perigo?
- O palpite da babá ou o da médica?
- O palpite da sogra ou o da amiga da tia do seu porteiro?
- Alopatia ou homeopatia?
- Should I stay or should I go?


: : Laura : :


6:02 AM

2.3.07:::
 

Texto da Ju para o segundo episódio de Mothern no GNT, amanhã às 20 horas:

A noite

Dizem que à noite todos os gatos são pardos.
Poderíamos completar: e todas as mães são insones.
Aliás, o sonho de consumo máximo das recém-paridas é um bebê que durma a noite inteira. Sorte de poucas. Se você também não foi uma delas, deve se lembrar do look Família Adams que acompanha as mulheres nesse período. Haja pancake.
Mas como me disse uma vez uma mãe de adolescente: "não reclame, amiga. Pelo menos por enquanto ele está em casa acordado com você!" É... quem foi mesmo que falou que ia ser fácil?


11:43 AM

1.3.07:::
 

Meu vizinho Marcelo vai abrir um bar, o Social, na cidade dos butecos. O estabelecimento ainda não está pronto, mas o blog, sim. Apareçam , antes que as mesas fiquem todas cheias.

* * *

E só ontem eu vi que a Rosa, que sempre fez coisas lindas, faz slings também. Não sabe o que é um sling? Leia a Dani, aqui e aqui.


: : Laura : :


7:36 PM

26.2.07:::
 

AlternaDad.
Mas podem chamar de fathern ;)

: : Laura : :


3:07 PM

 

Hoje eu joguei tanta coisa fora...
ou
Mais um post com referências de mpb do século passado


Eu quase não brinquei de casinha quando era menina. Brinquei pouco de fazer comidinha. Dessa categoria, acho que eu só gostava de cuidar de bonecas nenéns, e olhe lá. Era mais do tipo teco-teco-teco-na-bola-de-gude. Não que eu fosse um às das bolinhas de vidro, mas as brincadeiras “unissex” ou “de menino” me agradavam bem mais. Não me lembro muito da minha infância, acho que era boa a maior parte do tempo e que passou devagar pra mim, mas depressa como tudo tem que passar.
Isso tudo é pra dizer que não brincar de casinha afetou radicalmente minha vida doméstica, e talvez afete a de minha filhas, que tampouco brincam disso. Gosto de casa, como toda pessoa normal. Gosto de objetos bonitos, como todo designer. Gosto de livros enfileirados e organizados, como todo professor. Mas quase tudo sempre foi mais legal do que cuidar da casa, ops, brincar de casinha. E ainda fui me casar com um homem que não gosta de móveis. Se ele fosse solteiro, certamente haveria uma montanha disforme de bons livros e bons cds em cada cômodo da casa. Então, o lar doce lar é aconchegante e sempre um pouco provisório e bagunçado.
Mas, de vez em quando, me dá uma louca e eu resolvo arrumar coisas. Sempre tem quilos de papel pra jogar fora. Num desses surtos, muitos anos atrás, eu joguei tanta coisa fora que acabei jogando fora um namorado também. Sério.
Semana passada me deu um desses, surto bem leve, de poucos minutos. Catei revistas e correspondências, papéis inúteis (quem lê tanta notícia, meu deus?), recibo do sapateiro e mais um tanto de coisa inclassificável e joguei no lixo, feliz. No dia seguinte procurei o encarte lindo de um cd que eu adoro. Tinha visto o dito cujo numa gaveta, fora de lugar. Revirei, refiz meus passos, não achei. Cheguei à triste constatação de que ele tinha ido embora, junto com a tralha. Não sei brincar de casinha. E não sei o que é pior aqui, se a bagunça ou a arrumação.

: : Laura : :


3:01 PM

 

MPB deste século, desta cidade: Érika Machado.

: : Laura : :


2:53 PM

23.2.07:::
 

Karin numa conversa com o Pedro (3a2m):
- Mamãe, por que todo mundo precisa de mãe?
- Então filho, a mãe cuida do bebê pra ele crescer e ficar grande e forte.
- Eu já sou grande!
- Ah, então você não precisa mais de mãe?
(?) pensativo
- Preciso, sim. Eu não sei fazer suco, eu derramo tudo...

Como é mesmo aquela história de tornar-se desnecessária?



I love my guestbook.

: : Laura : :


3:52 PM

 

Estamos escrevendo novo livrinho. Aguardem : )

: : Laura : :


7:58 AM

 

_Mãe, eu acho que o Cascão tem razão.
_Como assim?
_Numa historinha, ele falou que os adultos caem em qualquer chantagem emocional.
_ ...

: : Laura : :


7:32 AM